O Banco Safra é mais um a engrossar a lista de instituições que demite seus funcionários em plena pandemia, sem se preocupar com a situação de crise econômica que estes vão enfrentar sem seus empregos. Crise esta que passa bem longe de Joseph Safra, dono do banco e da maior fortuna do Brasil de acordo com a revista Forbes. Seu patrimônio é avaliado em R$ 119 bilhões, o que o coloca em primeiro lugar entres os maiores bilionários do país.
No entanto, mesmo diante de tanto lucro, além das demissões os funcionários do Safra estão denunciando cobranças de metas abusivas, praticamente impossíveis de serem atingidas. A pressão pelo cumprimento de metas e medo de demissões, somados à crise que assola o Brasil e o mundo contribui consideravelmente para o adoecimento dos bancários.
Cabe relembrar que, em 1º de julho, o Banco Safra e seus bancários aprovaram um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que assegurava direitos durante a pandemia. Este acordo previa, inclusive, a adesão do banco ao compromisso de não demitir durante a pandemia.
Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro